2017 tem sido, até agora, um ano bom para a bolsa brasileira. Seguindo 2016, quando o Ibovespa subiu 38%, este ano tem sido mais positivo que negativo, mesmo com a economia brasileira ainda longe do ideal.

Afinal, a economia precisa mesmo recuperar para que a bolsa volte a subir com força? A resposta é não. E é fácil entender o motivo. É a própria dinâmica do mercado que permite que ele se valorize sem que a economia esteja voando de vento em popa. Basta, para isso, parecer que a economia vai se recuperar em algum tempo em breve.

E isso o Brasil vem vivendo, sim, com a melhora de praticamente todos os indicadores de confiança de um ano para cá. Acredita-se que a economia, sob o presidente Michel Temer e o ministro da Fazenda Henrique Meirelles, consiga fazer um trabalho melhor que com Dilma Rousseff e Joaquim Levy.

Como ninguém quer ficar para trás, todo mundo sai comprando ações para tentar se beneficiar da retomada econômica que (eventualmente) virá. Portanto, talvez seja mais útil ver os índices de confiança do que os indicadores econômicos puros. Em última instância, são eles que realmente comandam a alta da bolsa (ou seu desempenho negativo).

Um bom ponto a se observar é que, por conta de passar vários anos apanhando, algumas barganhas podem ter surgido na Bovespa. Estamos abaixo das máximas que vimos quase uma década atrás passada, e se a bolsa repetir a sua história, os próximos anos vão ser de fortes altas.

E o que o investidor pode fazer para se aproveitar dessa alta que é esperada? Ora, estudar muito todas as ações de empresas que existem na bolsa e qual seu preço relativo (múltiplos, explicarei-os mais em breve). Isso pode ser feito através de nossa plataforma, que você pode usar para ver diversas informações sobre as empresas e suas ações!

Mas estude. Só com o estudo você vai, verdadeiramente, entender o que está fazendo e a bolsa parecerá menos um casino para você.

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